O futuro dos espiões de Cuba no Brasil após posse de Bolsonaro

Idiomas:

Português   English   Español
O futuro dos espiões de Cuba no Brasil após posse de Bolsonaro
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O presidente eleito Jair Bolsonaro deve tocar pra fora do Brasil os espiões dos regimes comunistas de Cuba e da Venezuela.


As informações são do jornalista Cláudio Humberto, publicadas em matéria do Diário do Poder.

Logo após a posse do presidente Jair Bolsonaro, em janeiro, o governo terá de enfrentar um problema simbólico: a retirada imediata, talvez mediante expulsão, de centenas de espiões cubanos, em sua maioria, e também venezuelanos instalados no Brasil durante os governos Lula e Dilma.

A maior parte dos “agentes de inteligência” de Cuba chegou ao Brasil em meio aos dez mil cubanos do programa “Mais Médicos”. A ditadura usa seus médicos e também os agentes como mercadorias.

Arapongas cubanos vigiam os compatriotas do “Mais Médicos” e ao mesmo tempo monitoram as autoridades brasileiras dos três poderes.

Admiradora da eficiência dos espiões cubanos, Dilma propôs “acordo de cooperação” com a ditadura na área de “inteligência”, mas recuou.

O general Augusto Heleno, a quem a Agência Brasileira de Inteligência ficará subordinada, admitiu ter tomado conhecimento informal do tema.

A segurança pessoal do ditador Nicolás Maduro e o serviço secreto da Venezuela estão a cargo de cubanos, considerados muito violentos.

Curta e compartilhe...

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on pinterest
Share on linkedin
Share on reddit
Share on vk

Deixe seu comentário...

A RENOVA Mídia não se responsabiliza pelo conteúdo, opiniões e comentários dos visitantes do site. NÃO publique ofensas, discordar não é ofender. Caso encontre algum material com ofensas, denuncie. Lembre-se que ao comentar em nosso portal você concorda com estes Termos de Uso.

Veja também...