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O juiz conservador indicado por Trump vai mudar a Suprema Corte

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Com o juiz Brett Kavanaugh, a ideia dos democratas de usar a Suprema Corte americana como uma instância substituta para implantar suas políticas sociais desaparecerá.

Brett Kavanaugh tomou posse como o mais novo magistrado da Suprema Corte dos Estados Unidos no sábado passado, e começou a participar de audiências na terça-feira, quando a corte retornou do feriadão do Dia de Colombo. Aqueles que esperam mudanças rápidas e radicais na jurisprudência da corte provavelmente sairão decepcionados. Mas, no longo prazo, não há dúvida de que a entrada de Kavanaugh levará a uma adesão maior a direitos constitucionais como a liberdade religiosa, o direito de portar armas, maior obediência a limites em relação ao poder do Congresso e do Executivo e, talvez o mais importante, uma probabilidade menor de que a corte crie novos direitos que não estão explicitamente previstos na Constituição.

Já se disse muito sobre as táticas injustas e simplesmente nojentas usadas por alguns senadores democratas e seus aliados durante a batalha pela aprovação de Kavanaugh. Mas eles recorreram a essas táticas porque as cortes federais se tornaram importantes demais na batalha para transformar a América na sua versão de uma utopia progressista. Por muitas décadas, os esquerdistas usaram os tribunais federais para implantar as mudanças que eles jamais conseguiram aprovar pelo Congresso ou pelos Legislativos estaduais. Quando eles não conseguem convencer os eleitores e os parlamentares, recorrem aos juízes federais para ignorar a lei e a Constituição, implantando suas políticas sociais por uma canetada judicial.

Os democratas ainda têm a seu lado quatro juízes de sólida posição mais à esquerda e que provavelmente seguirão votando da maneira que a esquerda quer na maioria dos assuntos, especialmente aqueles relativos a “justiça social”, como o aborto, questões raciais, casamento gay e financiamento de campanha. Para eles, só existe uma visão politicamente aceitável sobre esses assuntos.

Kavanaugh substitui Anthony Kennedy, para quem tinha trabalhado. Em muitos temas, Kennedy foi um defensor ferrenho da Constituição. Ele votou pela proteção da Primeira Emenda em vários casos que chegaram à corte, especialmente aqueles no campo da legislação sobre financiamento de campanha. Ele escreveu o acórdão de Citizens United, a decisão de 2010 que acabou com as limitações a manifestações políticas e anúncios de campanha por parte de entidades sem vinculação direta com candidatos. A decisão foi quase que totalmente (e injustamente) criticada pelos esquerdistas.

Por muitas décadas, os esquerdistas usaram os tribunais federais para implantar as mudanças que eles jamais conseguiram aprovar pelo Congresso.

 

Leia a matéria completa na Gazeta do Povo

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