O marxismo está consumindo a África

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O marxismo está consumindo a África
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Muitos jovens africanos aderem ao marxismo, enxergando-o como a solução dos males deixados pelo colonialismo imperialista. Mas é um equívoco.

Esses jovens da África são inteligentes e empreendedores, mas essas qualidade não ajudaram muitos deles a entender o que é melhor para sua prosperidade. Eles estão evidentemente fartos de viver em um sistema que sufocou seus potenciais e suas liberdades, mas, mesmo assim, escolheram se orientar pela filosofia errada.

Eles rejeitam amargamente seu passado colonial e pensam que a única maneira de fazer a África prosperar é repudiar o capitalismo ocidental e abraçar o marxismo. Pelo fato de suas mentes estarem tão obstruídas pela ira, eles sem querer apoiam o próprio sistema que os tornou tão miseráveis.

Para eles, o capitalismo empobreceu a África. O continente só poderia ser salvo pela instituição da ordem marxista ideal da distribuição igual de recursos, realizada por um governo centralizado. Eles acreditam que, se esse sistema for praticado de sua maneira mais verdadeira e sincera, os resultados não vão falhar.

Na realidade deles, o imperialismo é o inimigo, o capitalismo é seu instrumento e os políticos africanos são os intermediários.

Logo, todos devem ser rejeitados furiosamente e substituídos por bons homens em uma ordem socialista africana consciente que garanta a prosperidade de empreendedores e a proteção das liberdades civis.

 

Leia a matéria completa na Gazeta do Povo

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