O papel do PSOL na destruição do Museu Nacional

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A reportagem de capa do jornal O Globo desta terça-feira (4) consolida uma série de números sobre o Museu Nacional, destruído quase completamente por um incêndio no domingo (2).

A transferência do governo federal à Universidade Federal do Rio de Janeiro, gestora do museu, cresceu de R$ 2,6 bilhões em 2014 para R$ 3,1 bilhões em 2017. No mesmo período, o dinheiro que a universidade repassou ao museu caiu.

A instituição de ensino vinha atuando para obter recursos extras, mas a prioridade da UFRJ não era o Museu Nacional, mas a criação da “Rádio UFRJ FM”.

Vinte anos atrás, a UFRJ se recusou a fazer do museu uma fundação, o que resultaria num aporte de US$ 80 milhões do Banco Mundial para o prédio histórico.

Desde 2015, o reitor da UFRJ é Roberto Leher, um dos fundadores do PSOL –cujo candidato à Presidência, Guilherme Boulos, foi um dos primeiros a tentar aproveitar o caso eleitoralmente, culpando os “cortes do governo Temer”.

A imprensa precisa parar de tratar Leher e seu partido como vítimas do incêndio no museu e cobrá-los pelo que são: corresponsáveis pela tragédia.

Adaptado da fonte O Antagonista

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