OPINIÃO: Nobel da Paz não deveria resistir a Trump

Diferentemente de outros vencedores do prêmio, como Yasser Arafat, Jimmy Carter, Albert Gore e Barack Obama, Donald Trump seria o único a ter realmente conseguido fazer alguma coisa.

Ele avisou.

“Nós vamos vencer tanto que vocês talvez se cansem de ganhar”, era o que Trump falava durante a sua campanha. “E vocês vão falar: ‘Por favor, pare! São muitas vitórias! Nós não conseguimos mais aguentar, Presidente. É demais!’.”.

A essa altura do discurso, Trump já estava gritando e a plateia aplaudindo de pé.

E eu vou responder: “Não, não é. Nós temos que continuar vencendo. Temos que ganhar mais, e vamos ganhar mais. Vamos ganhar muito!”

E aconteceu.

Em meio aos ataques da mídia e a tentativa Democrata de emplacar a narrativa da interferência russa, Donald Trump coleciona vitórias atrás de vitórias, cumprindo uma longa lista de promessas feitas durante a campanha.

Diferentemente de outros presidentes de ambos os partidos, Trump está usando sua autoridade política para mudar de verdade o governo federal. Seus antecessores falavam da “importância do agora”, mas na verdade usavam o poder político para angariar mais poder.

Em Washington, Democratas e Republicanos não querem mudar nada. Eles só querem manter e fortalecer o poder que já possuem. Exceto Donald Trump.

São as pequenas coisas, como acabar com centenas de regulações burocráticas em todas as áreas do governo federal. É o doce sabor da justiça que os americanos já tinham desistido de sentir há muito tempo.

Mas também é sobre os grandes feitos, como acabar com a regra das “Águas dos EUA”, que era um dos maiores absurdos criados pelo governo federal. Em resumo, a lei basicamente tirava a terra de fazendeiros e produtores e colocava nas mãos dos burocratas da Agência de Proteção Ambiental (EPA).

Ao acabar com uma regulamentação injusta da Era Obama, Trump devolveu as terras de milhares de americanos que viviam com o receio de ter que entrar em uma longa batalha contra a EPA que poderia leva-los à falência. E deixa-los sem teto.

Não é à toa que o administrador da EPA, Scott Pruitt, enfrenta grande pressão dos “ambientalistas” que perderam parte do seu tesouro.

E o sucesso de Trump não está contido dentro dos EUA.

Qualquer abertura à paz feita pela Coreia do Norte seria inimaginável em governos anteriores. E, apesar de Trump preferir não comemorar antecipadamente, só o partidário mais iludido e extremista não ficaria feliz com isso.

Salvar milhões de pessoas da morte iminente em uma possível guerra nuclear seria excelente. Mas a melhor parte de ver Trump conseguir alcançar a paz na península da Coreia seria ver aqueles porcos suecos entregarem o Nobel da Paz a Donald Trump.

 

Artigo de opinião publicado no The Washington Times por Charles Hurt. Traduzido e adaptado.
João Guilherme
João Guilherme
Estudante e interessado em política, história e religião.

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