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O solitário fim dos últimos mamutes

O solitário fim dos últimos mamutes
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Cientistas refazem os desesperadores dias finais de um grupo de mamutes na Terra. Espécie sobreviveu em pequenas ilhas até morrer de sede.

Mamutes que viviam isolados em uma ilha no mar de Bering, perto do Alasca, sobreviveram cerca de 5 mil anos a mais que os outros “parceiros” que habitavam os continentes. 

A maior parte da espécie foi extinta há 10,5 mil anos. Segundo um estudo recente da emissora BBC, os mamutes morreram de sede.

Parentes distantes dos elefantes, os mamutes pesavam cerca de 6 mil quilos, tinham presas gigantes e eram completamente cobertos de pelos.

Cientistas acreditam que as mudanças climáticas que causaram o fim da última Era do Gelo, bem como as atividades de caça promovidas pelos humanos, acabaram com a espécie nos continentes.

No entanto, um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) aponta que alguns deles deles persistiram por mais 5 mil anos isolados em ilhas, longe dos humanos.

A redução do número de fontes de água forçou os mamutes a se agruparem ao redor dos lagos existentes. Mas o uso excessivo dessas regiões causou problemas irreversíveis para os animais de grande porte.

De acordo com o estudo, o último mamute da Terra morreu de sede em alguma ilha no Alasca há aproximadamente 4 mil anos

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