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O velho Congresso partiu para o ataque contra Bolsonaro

O velho Congresso partiu para o ataque contra Bolsonaro

Os réus da Operação Lava Jato estão aproveitando os últimos meses no Congresso para tentar prejudicar o futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.

O povo, através do voto, fez uma limpa quase geral na classe politica tradicional.

Apenas uns poucos caciques, que manobravam o cenário político nos últimos 25 anos em benefício próprio e dos seus próximos, sobreviveram ao processo de limpeza das urnas.

“Mas parece que os sobreviventes não entenderam o recado das urnas”, segundo o jornalista Merval Pereira em seu artigo no jornal O Globo.

Confira um trecho do texto logo abaixo:

Um dos que não sobreviveram foi o ainda presidente do Senado, Eunício de Oliveira, que aproveitou para ir à forra, com o dinheiro público. Botou para votar, do nada, o aumento do Judiciário que estava congelado depois de aprovado na Câmara (…).

Outras surpresas virão devido a uma incongruência de nosso calendário eleitoral.

O novo Congresso só toma posse em fevereiro, e os que foram, na maioria, cassados pelo voto popular, continuam com a caneta na mão até janeiro. O futuro presidente governará quase um mês com um Congresso com prazo de validade prestes a expirar, e com o orçamento feito por um governo que está de saída.

Vários projetos, que não tiveram o apoio da sociedade, voltam à pauta nos derradeiros instantes, para pagar dividas ou, sobretudo, para tentar salvar a pele dos que perderam o foro privilegiado com o fim do mandato.

Há de tudo um pouco: proposta para reduzir os efeitos das delações premiadas, para acabar com a prisão em segunda instância, para reduzir o poder de fogo dos que hoje combatem a corrupção com formidável êxito. E amanhã estarão mais que nunca no poder, com a chegada do Juiz Sergio Moro como também superministro da Justiça e Segurança Pública.

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