O voto útil afunda João Amoêdo

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Apesar de ser o preferido do mercado financeiro, os eleitores de Amoêdo preferem votar em outro candidato para evitar a volta do Partido dos Trabalhadores (PT).

O candidato mais rico da corrida presidencial tem apoio de sobra entre a comunidade financeira. O que falta é voto.

João Amoêdo, do Partido Novo, é o político dos sonhos de muitos investidores. Aos 55 anos, ele tem a retaguarda de Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central idolatrado por muitos por seus esforços para resgatar a economia após a crise cambial da década de 1990.

Mas como as pesquisas de opinião não indicam que ele terá qualquer chance de chegar ao segundo turno, seus fãs consideram votar em outros candidatos.

O raciocínio de muitos profissionais do mercado financeiro é que o pior desfecho possível seria a volta do Partido dos Trabalhadores. Por isso, estão dispostos a votar em candidatos dos quais discordam, mas têm maior chance de vitória no segundo turno.

Paulo Petrassi, sócio da Leme Investimentos, em Florianópolis, declarou:

Amoêdo está fazendo muito bem a campanha e com certeza passará de coadjuvante a um dos principais candidatos na próxima eleição. Só não voto nele justamente por tirar voto do Alckmin, aumentando a chance de a esquerda ganhar.

Um operador de câmbio da INTL FCStone completou:

Infelizmente, o que eu tenho ouvido é que, embora ele pareça ser um bom candidato, votar nele é desperdiçar o voto porque as chances dele são muito baixas.

 

Adaptado da fonte EXAME
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