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Obama também usou Facebook para influenciar eleitores

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Após passar mais de um ano tentando nos convencer que Trump só foi eleito por causa da Rússia, agora a grande mídia tenta vender a narrativa de que o uso indevido das redes sociais foi a causa da vitória do atual presidente dos Estados Unidos.

O uso de dados pessoais de usuários do Facebook e de outras redes sociais para seduzir eleitores não é novidade. Barack Obama fez uso disso em 2008 e mais ainda em 2012, quando buscava sua reeleição.

O professor da Universidade de Rutgers em Nova Jersey e autor de um estudo sobre o tema, Chirag Shah, explica que, em 2008, os dados coletados permitiram ao jovem senador Obama analisar os Estados Unidos e elaborar seu programa.

Quatro anos depois, recorda Victoria Farrar-Myers, professora de Ciência Política da Universidade Metodista Meridional, no Texas, a equipe de campanha do presidente democrata usou os dados para convencer os que haviam votado em 2008, mas não estavam certos de fazê-lo novamente, especialmente os mais jovens.

O método usado se chama “micro-targeting”, ou “micro-marketing”, e, na realidade, data dos anos 1970, muito antes da Internet. Ele permite identificar por meio de informações pessoais “um tema que os motive” e “leve (os eleitores) às urnas”, explica.

Não se trata tanto de fazer o eleitor mudar de opinião, mas de estimulá-lo a ir votar, já que a mobilização de cada grupo é muitas vezes determinante.

A campanha de Trump também recorreu à “micro-targeting” (ou “microssegmentação”) em 2016, principalmente graças aos dados coletados pela Cambridge Analytica.

 

Com informações de: [ZH]
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