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Obama protegeu grupo terrorista Hezbollah para obter acordo nuclear do Irã

O acordo nuclear com o Irã foi um dos poucos “legados” deixados pelo ex-presidente após 8 anos no poder.

Determinado em garantir o acordo nuclear com o Irã, a administração Obama impediu que investigação sobre rede de tráfico de drogas do grupo terrorista Hezbollah seguisse adiante, mesmo sabendo que cocaína estava sendo canalizada para os Estados Unidos.

Ao longo de oito anos, investigadores trabalharam em uma instalação secreta na Virgínia, usaram escutas telefônicas, operações secretas e informantes para mapear as redes ilícitas do Hezbollah, com a ajuda de várias agências de segurança estrangeiras.

No entanto, quando a investigação chegou no momento crucial, o governo Obama começou a impedir que ações criminais, processos, prisões e sanções contra o grupo terrorista fossem adiante.

De acordo com o jornalista Josh Meyer do jornal POLITICO, as descoberta das investigações sobre a rede de tráfico de drogas do Hezbollah eram tão graves que Barack Obama entendeu que elas ameaçavam as frágeis negociações nucleares com o Irã.

Obama assumiu o poder em 2009 prometendo melhorar as relações com o Irã como parte de uma aproximação mais ampla com o mundo muçulmano.

Na campanha, ele afirmou repetidamente que a política da administração Bush de pressionar o Irã para parar o seu programa nuclear ilícito não estava funcionando e que ele conversaria com Teerã para reduzir as tensões.

 

Com informações de: (1)

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