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Obra de Picasso é devolvida a herdeiros de judeu perseguido por nazistas

Obra de Picasso e devolvida a herdeiros de judeu perseguido por nazistas
Imagem: Christina Zachopoulou/EFE/VEJA

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O quadro de Picasso será devolvido à família de banqueiro perseguido por nazistas antes da Segunda  Guerra Mundial.

A pintura “Cabeça de uma Mulher”, de Pablo Picasso, será devolvida aos herdeiros de um banqueiro judeu alemão que foi perseguido pelo regime nazista de Adolf Hitler.

O quadro em pastel, de 1903, é uma das pelo menos 16 obras-primas que o Paul von Mendelssohn-Bartholdy vendeu nos meses posteriores à tomada do poder pelos nazistas, e antes de sua morte em 1935.

Mendelssohn-Bartholdy foi expulso da Associação Central dos Bancos e Banqueiros Alemães em 1933 e do conselho do Departamento de Seguros do Reich em 1934

O banco da família foi transferido a proprietários não judeus em 1938.

O quadro foi vendido ao negociante de arte Justin Thannhauser em 1934. A Galeria Nacional de Arte dos Estados Unidos anunciou que o recebeu como doação em 2001.

Julius Schoeps, historiador e cientista político em Berlim, disse que não há dúvida de que a obra foi vendida como resultado da perseguição. 

O museu norte-americano disse ter decidido que transferiria o quadro em um acordo extrajudicial “para evitar o custo pesado de um litígio”. 

A decisão, afirmou a organização, “não constitui reconhecimento do mérito ou validade da reivindicação”, destaca o jornal Folha.

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