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OEA acusa Cuba de colaborar com a tortura na Venezuela e na Nicarágua

A ditadura comunista de Cuba enviou militantes à Venezuela e à Nicarágua para cooperar com a tortura nos países aliados.

A informação foi dita nesta sexta-feira (7) pelo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, na abertura das conferências sobre a ilha que serão realizadas na agência em 2019.

Em seu discurso, conforme noticiou o “Sputnik“, Almagro declarou:

Estima-se que a presença cubana na Venezuela é de 46.000 pessoas, uma força de ocupação que ensina tortura para reprimir, fazendo tarefas de inteligência, documentação civil, migração, na Nicarágua também ter ouvido o testemunho de vítimas de tortura que asseguram que os cubanos estavam presentes enquanto os torturavam.

O líder da OEA acrescentou que “Cuba é inimiga da democracia e dos direitos humanos em qualquer parte do continente”, e que “grande parte da polarização sofrida por nossas sociedades é diretamente induzida pelo regime cubano”.

As conferências serão várias no ano que vem e abordarão a situação em Cuba no âmbito da OEA.

Com elas, Almagro diz que é necessário dar visibilidade ao que está acontecendo em Cuba e acusou a comunidade internacional de normalizar o que acontece na “ditadura” da ilha.

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