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Olavo de Carvalho ridiculariza cobertura da grande mídia

Olavo reagiu nas redes sociais sobre a cobertura e atenção que a imprensa tradicional está lhe dando.

O filósofo Olavo de Carvalho foi destaque em reportagens e entrevistas de veículos da grande mídia do Brasil após influenciar indicações de ministros para as pastas da Educação e Relações Exteriores.

Sobre a reportagem do jornal “O Globo“, que destacou a frase “sou irresistível” no título, Olavo disparou:

A incapacidade de discernir entre um gracejo irônico e uma afirmação literal pode ser sintoma de doença mental ou, na hipótese mais branda, de analfabetismo funcional.

O professor também criticou a inexperiência dos jornalistas que foram enviados para lhe entrevistar. Sem citar nomes, relembrou seu início na carreira jornalística:

Quando entrei no jornalismo, nenhum jornal ou revista mandaria um repórter sem alguma cultura musical entrevistar um maestro ou um total ignorante de literatura entrevistar um poeta. Hoje, fazer isso é a norma.

Olavo também afirmou que “se não tivesse mais leitores do que qualquer órgão da ‘grande mídia’, estaria phodido (sic)”, mas elogiou a cobertura do programa de rádio “Jornal da Manhã”, exibido na rádio Jovem Pan.

Para finalizar a onda de críticas aos jornais da velha imprensa, o professor ironizou:

A chegada da direita ao poder pelo voto popular foi o acontecimento mais traumático na vida da classe jornalística brasileira. Ela nunca imaginou que tamanha calamidade pudesse lhe acontecer, coitadinha.

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