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OMS não deve ser vista como entidade sacrossanta, diz chanceler

Ernesto Araujo promete combater lulopetismo e isentoleft em 2020
Imagem: Reprodução/Twitter

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Araújo disse que a liderança do combate ao coronavírus tem que ser dos países, não da OMS.

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou, nesta quarta-feira (1º), que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não deve ser encarada como uma “instituição sacrossanta”.

Em entrevista ao jornal Valor, Araújo disse que o Brasil não deve sentir-se “como se tivéssemos que rezar por aquela cartilha” promovida pela entidade internacional.

O chanceler brasileiro também alertou para o que enxerga como “uma demonização de quem não defende o confinamento integral” como a única forma de combater o avanço da pandemia do novo coronavírus

No último domingo (29), em entrevista ao “Poder em Foco”, programa exibido pelo SBT, Araújo disse que a OMS não tem condições de impor políticas globais para todos os seus membros, e defendeu uma maior autonomia dos países:

“A liderança disso [do combate à Covid-19] tem que ser dos países, pois cada governo nacional sabe qual é a sua situação e pode avaliar, sobretudo países que têm a capacidade de ação, como nós temos, que têm serviços de saúde, que têm ao mesmo tempo uma economia com as características que a gente tem.” 

E acrescentou:

“Acho importante que as pessoas vejam a OMS como algo que facilita a coordenação entre os países.”

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