ONG financiada por Soros tenta manter viva narrativa de Trump “racista”

O Southern Poverty Law Center (SPLC), que possui ligação com o bilionário globalista George Soros, acusa presidente Trump de ser racista por descrever membros da gangue do MS-13 de “animais”.

Semanas atrás, durante uma mesa-redonda sobre cidades-santuário, Donald Trump descreveu membros da gangue MS-13 de El Salvador como “animais”, uma referência ao histórico violento de torturas, decapitação, estupro e espancamento de americanos inocentes até a morte.

Logo após o comentário de Trump, parte da mídia tradicional, juntamente com uma parcela de democratas saíram em defesa dos membros da gangue MS-13, como Breitbart News relatou.

A líder da minoria da Câmara, Nancy Pelosi, defendeu a MS-13 dizendo que Trump precisava “reconhecer” que cada indivíduo carrega a “centelha de divindade” em si.

Da mesma forma, o SPLC continuou defendendo o MS-13, afirmando agora que o ataque de Trump à gangue é “racista” e “desumano”.

‘Esse tipo de retórica é inaceitável, partindo de qualquer um, ainda mais dito por um presidente, chega a ser perigoso’, declarou a organização.

O SPLC está vinculado à Open Society Foundation, de George Soros, por meio de equipe e financiamento. O grupo defende fronteiras abertas e imigração em massa.

Mais recentemente, um membro da gangue MS-13 foi condenado a 40 anos de prisão após esfaquear brutalmente um garoto de 15 anos em Boston, como parte de sua iniciação à gangue.

Um relatório explosivo da Breitbart revelou que quase 100 membros de gangues de MS-13 haviam sido realocados em todo o país pelo governo federal como menores desacompanhados.

Quase 65 desses membros de gangues receberam o Estatus Juvenil de Imigrantes Especiais (Special Immigrant Juvenile Status – SIJ), que funciona como um programa que garante a quase anistia para jovens estrangeiros ilegais que cruzam a fronteira ao sul do país.

 

Traduzido e adaptado por Daniel Lobo de Breitbart
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia