ONU acusa Israel de “crime de guerra” por neutralizar terroristas do Hamas

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Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O relator especial da ONU sobre os direitos humanos dos palestinos, Michael Lynk, disse nesta sexta-feira (18) que o “assassinato deliberado” é um crime de guerra.


O membro das Nações Unidas estava se referindo as mortes de palestinos em Gaza por disparos de soldados de Israel.

Ao discursar em uma sessão urgente do Conselho de Direitos Humanos convocada para debater a situação na região, Michael Lynk afirmou que esse tipo de ação também viola gravemente as Convenções de Genebra, que regem o Direito Internacional Humanitário.

O relator estimou que “mais de um centena” morreram nos protestos e declarou:

Os protestos em Gaza foram quase totalmente pacíficos e sem armas. Milhares e milhares marcharam, cantaram, protestaram contra suas condições de vida, reivindicando o direito a um futuro melhor.

Deixando claro mais uma vez o viés anti-Israel da Organização das Nações Unidas (ONU), o relator especial continua propagando a falsa narrativa de que os atos na fronteira com Israel foram pacíficos, omitindo completamente a participação do grupo terrorista Hamas na operação.

As próprias lideranças do Hamasadmitiram nos últimos dias que, dos 62 mortos nos protestos de segunda-feira (14), cerca de 50 eram membros da organização terrorista.

Com informações de: [EFE]

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