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ONU acusa Trump de aprofundar pobreza nos EUA

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Um investigador de direitos humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) acusa o governo Trump de aprofundar a pobreza nos Estados Unidos através de políticas que favorecem os ricos e remove proteção aos pobres.

Philip Alston, relator especial da ONU sobre a pobreza extrema, pediu que as autoridades norte-americanas garantam proteção social e abordem problemas estruturais, em vez de “punir e aprisionar os pobres”.

O membro da ONU criticou a reforma tributária do presidente Donald Trump que, segundo ele, garantiu ganhos financeiros aos ricos e grandes empresas, aumentando ainda mais a desigualdade social, de acordo com relatório.

Entretanto, os dados do Censo dos Estados Unidos citados por ele cobrem apenas o período até 2016. O ‘especialista’ da ONU não ofereceu dados comparativos na extensão da pobreza antes e depois do início do governo Trump, em janeiro de 2017.

Apesar das críticas vagas contra a reforma tributária, de acordo com várias pesquisas de opinião, a maior parte da população norte-americana está satisfeita com o corte de impostos proposto por Trump.

Além disso, os últimos dados sobre a economia dos Estados Unidos mostra a renda familiar com recorde histórico e níveis baixíssimos de desemprego.

De acordo com informações do BOL:

Quase 41 milhões de pessoas, ou 12,7% da população, vivem em situação de pobreza, enquanto 18,5 milhões estão em situação de extrema pobreza, sendo que crianças representam um em cada três membros dessas populações vulneráveis, segundo o especialista da ONU.

Os Estados Unidos têm a maior taxa de pobreza entre jovens entre todos os países industrializados, acrescentou.

“Seus cidadãos têm vidas mais curtas e mais doentes, se comparados com outros vivendo em outras democracias ricas, doenças tropicais erradicáveis estão cada vez mais presentes, além do país ter a maior taxa de encarceramento (…) e os maiores níveis de obesidade no mundo desenvolvido”, disse Alston.

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