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ONU quer repatriação de familiares do Estado Islâmico

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
ONU quer repatriação de familiares do Estado Islâmico

“Os membros das famílias devem ser repatriados, a menos que sejam investigados por crimes”, disse a alta comissária da ONU.

A Alta Comissária da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, afirmou, nesta segunda-feira (24), que os membros das famílias de jihadistas capturados ou mortos na Síria e Iraque devem ser “repatriados a menos que sejam investigados por crimes”.

Durante a 41ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, em Genebra, Bachelet também fez um apelo aos Estados para que concedam a nacionalidade às “crianças nascidas de seus cidadãos” nas zonas de conflito.

De acordo com a funcionária da ONU, impor o status de apátrida a estes menores é um “ato de crueldade”.

De acordo com Bachelet, mais de 11 mil membros de supostas famílias de combatentes do Estado Islâmico estão detidos no campo de Al Hol, na Síria, administrado pelas autoridades curdas.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) calcula que existem 29 mil filhos de combatentes estrangeiros na Síria, além de 20 mil no Iraque, afirmou a Alta Comissária, antes de destacar que a maioria tem menos de 12 anos, informa o jornal Estado de Minas.

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