Operação da PF investiga 17 professores da UFRGS por estelionato

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Docentes recebiam adicional por regime de dedicação exclusiva com a universidade, mas exerceriam atividades paralelas em clínicas e consultórios.

Uma operação da Polícia Federal (PF) foi deflagrada na manhã desta terça-feira (19) para apurar crime de estelionato que teria sido cometido por 17 professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Segundo a investigação, iniciada em 2015, os docentes recebiam adicional por terem assinado regime de dedicação exclusiva com a universidade, mas também exerciam atividades paralelas em locais privados.

De acordo com informações da Gaúcha ZH:

A PF não divulgou os nomes dos professores, porque a investigação prossegue, e também não revelou as áreas de atuação dos investigados. Apenas se sabe que eles atuaram irregularmente, de forma paralela, em clínicas e consultórios privados na área médica.

A prática é vedada pela legislação, configurando estelionato. A apuração começou há três anos, em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU), e nesta terça foi desencadeada a operação em busca de documentos que comprovem as irregularidades.

 

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