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OPINIÃO: A Facada “Democrática”

Ódio: único sentimento possível a um “bom” revolucionário. O sentimento de destruir o inimigo — imaginário ou não — é o norte do movimento socialista.

A campanha contra Jair Bolsonaro segue o ritmo esperado, e cada passo foi dado dentro do cronograma.

A primeira parte consiste no assassinato da reputação do inimigo (sim, inimigo; pois para o movimento revolucionário não existe adversário), os rótulos somados ao politicamente correto é sem nenhuma dúvida uma arma muito poderosa que, infelizmente, cala milhares de pessoas à medida que ganha força.

A máquina de propaganda é tamanha, que para o cidadão desatento fica praticamente impossível não olhar Bolsonaro e ver nele um racista, homofóbico, misógino, xenófobo e toda sorte de adjetivos que a criatividade humana permite. A grande mídia teve e tem papel central na desconstrução da imagem de Bolsonaro. Jornalistas conceituados funcionários de grandes grupos de mídia são os que mais disseminam a falsa imagem do candidato.

Geralmente a primeira fase que visa destruir a reputação do inimigo (lembrando que para socialistas não existe adversário) é suficiente para tirá-lo do páreo. Contudo, com Jair Bolsonaro, não apenas fracassou como o fez crescer e ser um ícone político em nível nacional como há muito tempo o país não tinha. O tiro socialista foi dado no próprio pé. A imagem do PT esfacelou-se, Lula foi preso e Bolsonaro, como uma bola de neve, ganha cada vez mais corpo Brasil afora.

A segunda fase da campanha visa à destruição física do inimigo (assassinato) e o ódio, único sentimento possível a um revolucionário, entra em ação efetiva neste estágio. Somente uma pessoa tomada por um sentimento odioso e repulsivo, construído durante anos contra o inimigo (Bolsonaro) é capaz de matar alguém. A mídia, que faz parte da engrenagem, desvirtuou e tentou pôr a culpa da tentativa de assassinato na vítima e não no assassino. A narrativa de que se trata de um ‘maluco’ ou fanático religioso, tentou ser vendida inicialmente, sem sucesso. A morte do inimigo dos socialistas também não teve resultado, a segunda fase do plano falhou, mais uma vez.

O assassino agora está protegido, pois do contrário, será morto em mais um dos vários casos conhecidos de “queima de arquivo”. Bolsonaro, vivo ficou e recupera-se surpreendente bem. Mais ainda, cresceu nas intenções de voto. Sorte? Destino? Não sei. Mas é fato que o país clama por novos ventos, nova política, outra visão e outras ações. Aos poucos o Brasil desperta, ainda que sonolento e confuso para uma nova realidade. Já os socialistas, bem… Serão quem sempre foram, e defenderão o de sempre.

Há alguma possibilidade de que as democracias e os soviéticos possam coexistir de alguma forma?

Lênin: “A existência das repúblicas soviéticas e os Estados imperialistas lado a lado por longo tempo é impensável. Um ou outro tem de triunfar no final. E antes que chegue o fim, uma série de colisões terríveis entre República Soviética e Estados burgueses será inevitável”.

(TRECHO DO LIVRO — O COMUNISTA EXPOSTO — PÁG 375,376)

Artigo de opinião do colaborador Fábio Martins

Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da Renova Mídia

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