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OPINIÃO: Aprendemos com os massacres?

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No meio da situação atual, em que mais um psicopata atacou pessoas inocentes na Flórida, vemos novamente os mesmos gritos de guerra se repetirem, como reclamar da existência de armas ou colocar toda a culpa no Trump.

Mas com o passar dos dias, apareceram informações de que o massacre poderia ter sido evitado, e acho que existe um ponto interessante que precisa ser observado.

Nem todo louco é totalmente louco, os psicopatas e terroristas planejam matar, mas infelizmente planejam bem, pois se observarmos o comportamento costuma ser de ir em locais em que armas não são permitidas, as chamadas “gun free zones”, ou seja, é como o bandido do Rio de Janeiro, fortemente armado, contra pessoas desarmadas. No final é um massacre!

Um professor morreu para salvar diversos alunos, mas ele sabia atirar, era um segurança privado, só não podia ter uma arma.

No Texas, em outubro do ano passado, um ataque a uma igreja que terminou com o assassinato de 26 pessoas foi interrompido por um vizinho armado, após troca de tiros com o sujeito, com a ajuda de um estranho que passava de carro no momento, perseguiu o assassino, que terminou morto. Os dois heróis evitaram algo pior.

No Brasil tivemos o ataque a escola de Realengo, em 2011, que terminou com o suicídio do assassino após ser atingido por um sargento, que entrou em cena após ser abordado por um estudante baleado que o viu na rua. O herói e sargento Márcio Alves evitou algo pior.

Está na hora de invertermos o pensamento para tentarmos ver os dois lados. A arma mata na mão das pessoas, é delas a decisão. Armas nas mãos de boas pessoas podem fazer a diferença, e os nossos heróis (ou heroínas) estarão em cada esquina, em cada casa, em cada escola, ou melhor ainda, em qualquer lugar!

 

Artigo de Marcos Thoma no projeto #VoluntáriosRENOVA

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