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OPINIÃO: As redes sociais e a realidade

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OPINIÃO: As redes sociais e a realidade

As redes sociais retratam em algumas situações momentos que maquiam a realidade, virtualizando uma imagem de fato inexistente. Isso se dá em relação às pessoas, mas também no que toca à ação profissional, além de segmentos de mercado, economia e política. De acordo com a maior parte dos posts verificados no Facebook e Instagram, tudo aparenta estar a mil maravilhas.

Acontece que em conversas cotidianas com amigos e ativistas de diversos setores da economia, apura-se uma realidade severa em termos de insegurança quanto ao que se exerce como labor e em relação à incerteza sobre a continuidade e sustentabilidade do status quo. O certo é que o Brasil vive um presente assolado por profundas marcas derivadas da corrupção gerada pelo passado desde a redemocratização de 1988. E o futuro, como será? Eis a questão.

Aquilo que se imaginava como um marco na vida nacional com o retorno das liberdades e garantias individuais e coletivas, tornou-se na verdade um instante de assunção ao poder de famigerados gatunos denominados representantes do povo, ansiosos para passar as mãos nas verbas públicas que deveriam servir para, entre outras razões, formar cidadãos com adequada base educacional e profissional, bem como para levar saúde e segurança pública aos rincões que formam essa nação continental chamada Brasil.

O que se viu, contudo, com o assalto praticado ao longo de décadas, foi o massacre econômico do país, a quebra de grupos empresariais, o aumento do custo de vida do trabalhador, o adoecimento psicológico do brasileiro e a falta de perspectiva de uma vida com o mínimo de dignidade social. Já faz quase dez anos que a população sofre e propaga dias melhores a partir do ano que sempre estar por vir. Pessimismo a parte, não vislumbro breve soerguimento econômico, considerando a lentidão burocrática e o perverso xadrez político a partir de Brasília.

São muitas as contas ainda a serem prestadas à nação, as reformas que precisam ser empreendidas, além dos costumes dos brasileiros que precisam ser revistos, de modo que estes possam adotar com mais veemência, além do poder de indignação com os erros políticos e carências sociais, uma postura cada vez mais alicerçada na ética e em ações empreendedoras e menos dependentes do Estado.

Glauco Morais é paraibano, Advogado, Turismólogo e Empresário do setor imobiliário.    

Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da RENOVA Mídia.

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