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OPINIÃO | GAB: O grito de liberdade

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Ao longo da história humana não foram poucas as tentativas de regimes autoritários suprimir a opinião popular a cerca de temas que o tirano ou o Estado tirânico julgavam estratégicos.

União Soviética, Alemanha Nazista, Itália Fascista ou China Comunista é alguns dos milhares de exemplos. A violência desses regimes é algo que jamais poderemos esquecer.

No presente momento, ao menos, a única ameaça segue sendo o comunismo e seus diversos braços e modos de ação em escala global. O mundo conectado é tentador para grupos de pessoas tentarem calar opiniões divergentes. Grandes grupos de mídia televisiva, jornais, revistas e os mais atuais como Facebook e Twitter nos dão provas diárias da mais explícita e covarde censura. O politicamente correto já tão comentado por mim em outros artigos é a grande arma que “justifica” a censura velada apenas contra um lado da moeda — direita. Escrevo com muita propriedade sobre o tema uma vez que sou vítima constante de censura no Facebook e no Twitter — em menor escala.

Páginas com milhões de seguidores de determinado político (entenda Bolsonaro) são simplesmente retiradas do ar sem prévio aviso ou justificativa mínima. O Facebook, com isso, desrespeita as leis brasileiras. A lei é clara em dizer que somente com determinação judicial uma página pode ser retirada do ar (salvo as devidas exceções). Porém, o Facebook, que se diz preocupadíssimo com as regras da comunidade parece não ter a menor intenção de obedecer às leis do país.

A história da civilização já mostrou milhares de vezes que o homem sempre brigará pela liberdade. Guerras já foram travadas com este fim. Nada que os grandes grupos de mídia tentarem fazer no sentido de nos calar funcionará. Se a pressão for grande demais de um lado, naturalmente as pessoas irão para o outro.

Tanto isso é verdade que, nos Estados Unidos, um cidadão cansado da perseguição que por lá também ocorre, resolveu criar sua própria rede social, onde ele garante existir a liberdade de expressão. O cidadão é Andrew Torba, e a rede social chama-se GAB. Recentemente, a exemplo do que acontece nos Estados Unidos, os brasileiros começaram seu expurgo voluntário rumo à liberdade de expressão. O GAB cresce com constância, e importantes artistas e personalidades brasileiras bem como mídias alternativas já estão por lá, a saber, por exemplo, Olavo de Carvalho e Renova Mídia.

Nenhum império é infinito, nenhum rei ficará no seu posto se não tratar de forma digna seus súditos. Facebook e Twitter cedo ou tarde ruirão. GAB, creio, será apenas a primeira de muitas outras redes sociais que surgirão garantindo a real liberdade de expressão. Por tanto não perca tempo e junte-se a nós. Vida longa ao GAB.


Texto de Fábio Martins no projeto Voluntários Renova

Twitter: @Fabio_Martins20
Gab: @Fabio_Martins

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