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OPINIÃO | Mulheres no Islã: Semi-escravas

Mulheres em países Islâmicos são apedrejadas, chicoteadas, torturadas e até mortas a tiros. Onde estão as Feministas?

É muito comum no Brasil hoje em dia ligar a TV em canais como Rede Record, TV Bandeirantes em horários de jornais e ouvir notícias de crimes passionais. Um homem mata a mulher por suspeita de traição, por término de relacionamento, guarda de filhos, questões envolvendo a separação e até vice-versa. O descontamento de alguém ao ouvir tais fatos é sempre lamentar, se revoltar e repudiar ao máximo, porém, a coisa muda de figura quando paramos para olhar no mundo do Islã.

O Alcorão ordena que as mulheres sejam submissas, e elas assim o fazem.

Imagem divulgada pelo Estado Islâmico com mulheres em fila presas sob correntes.

O Alcorão é muito mais um livro de leis do que, por exemplo, um livro de ensinamentos morais como a bíblia, o Alcorão muito mais se aproxima de uma Constituição de um país com estado inflado do que um livro de uma religião cujo lema é “igualdade”. Em diversos versículos o Alcorão especifica como o homem é superior a mulher e como esta foi feita para servir aos desejos do mesmo:

Alcorão 4: 34 — Os homens têm autoridades sobre as mulheres pelo que Deus os fez superiores a elas e por que gastam de suas posses para sustentá-las. As boas esposas são obedientes e guardam a virtude na ausência de seu marido conforme Deus estabeleceu. Aquelas de quem temeis a rebelião, exortai-as, bani-as de vossas camas e batei nelas. Se vos obedecerem, não mais as molesteis. Deus é elevado e grande.

Um povo que faz de uma mulher sua governante nunca será próspero”- relatado por Al-Bukhari, o Livro do Julgamento.

Lembra no começo do artigo, quando falamos sobre os crimes passionais?

Pois bem, no mundo do Islã é muito comum o próprio marido tomar o posto de Juiz e decidir por si qual será a punição para sua uma de suas esposas caso alguma delas “manche sua imagem”. E suas ações são justificadas por aquilo que está escrito no Alcorão.

No vídeo abaixo, uma mulher no Afeganistão acusada de adultério é morta a tiros pelo marido, ele atira três vezes, errando as duas primeiras e finalmente na terceira com um tiro na cabeça.

Enquanto a “cerimônia de execução” acontece, vários homens ao redor assistem, alguns sorrindo e fazendo brincadeiras, um outro homem ao lado do marido cita versos do Alcorão que justificam a ação.

Em 2004, um Iraniano chamado Majid Movahedi atirou um copo de ácido sulfúrico no rosto de uma mulher chamada Ameneh Bahrami.

Motivo? Ela se recusou a casar com ele.

Ameneh Bahrami sofria assédio sexual de Movahedi há anos, porém nunca prestou queixa. Na foto ela tem em suas mãos uma foto de si mesma antes do incidente, fazendo um “antes e depois”.

Movahedi foi julgado e considerado culpado por lesão corporal culposa, onde se assume o risco de lesar ou matar alguém. Ameneh ganhou o direito na justiça Iraniana de pingar 5 gotas no rosto de Movahedi como forma de “vingança e compensação” Porém, tal decisão foi altamente condenada pela comunidade internacional.

Hassiba Hadj Sahraoui, vice-diretor da Anistia Internacional para o Oriente Médio e Norte da África, pediu as autoridades iranianas para rever o código penal e disse:

Cegar alguém por uso de um instrumento de medicina é um castigo cruel e que equivale a tortura, no qual é proibido pelo direito internacional.

Feministas: A cortina da Ignorância

Feministas em Radicais em manifestação, afinal, qual seu objetivo?

Quando olhamos para todos estes fatos sobre o mundo do Islã, não é difícil deduzir que a sociedade dos Muçulmanos é extremamente patriarcal e “machista” como dizem as feministas. Mulheres não só são tratadas como objetos como não podem sequer ter carteira de motorista, muito menos ocupar um cargo de liderança em qualquer setor, até mesmo em uma empresa privada.

Você já reparou nas feministas? Elas são violentas, barulhentas e muitas vezes ousadas quando resolvem provocar setores da comunidade, como os Cristãos por exemplo.

Porque as Feministas não se importam com as mulheres do Mundo Islâmico? Já ouviu falar em alguma Feminista lutando para libertar aquelas mulheres que vivem no sofrimento daquela sociedade “machista”? Bom, algumas até tentaram, mas não conseguiram (veremos isso ao final do artigo).

Antes de continuar, iremos entender algumas estatísticas:
– menos de 20% das mulheres se declara feminista.
– mais de 85% das mulheres acredita que é necessário lutar pela igualdade.

Estes dados são conflitantes? Entendeu alguma coisa sobre estes números?

Feministas atuais não lutam por igualdade, lutam por privilégios.

Feministas invadem um desfile de moda na França.

O “Feminismo” como qualquer outro movimento social, político, étnico ou cultural evoluiu e se modificou como todos os outros que conhecemos. Hoje o Feminismo se encontra na sua “terceira onda” ou “terceira geração”.

A primeira teria ocorrido no século XIX e início do século XX. A segunda nas décadas de 1960 e 1970. E a terceira na década de 1990 até os dias de hoje.

Muitos filósofos e historiadores atuais definem o homem dos dias de hoje com uma analogia muito simples: Imagine que existe um gigante e que com sua altura consegue perceber muitas coisas no horizonte. Porém, este mesmo gigante está morto, mas mesmo morto ele continua de pé e reside sobre os ombros deste gigante um homem muito menor que ele em tamanho, um anão… Pois bem, o homem atual é o anão, enquanto o homem antigo é gigante.

O Feminismo atual só existe por uma questão histórica, quando se fala em Feminismo a maioria entende por uma mulher querendo direitos iguais em relação aos homens, e hoje isso é uma realidade por conta dos esforços de mulheres antigas, se hoje é comum as mulheres do Ocidente poderem votar, dirigir, ocupar cargos públicos e até o cargo de chefe de Estado e muitos países (Dilma Rousseff no Brasil, Cristina Kirchner na Argentina e Angela Merkel na Alemanha para citar exemplos) Isso tudo hoje é possível graças as mulheres de antigamente.

A foto ficou marcada pela luta histórica das mulheres no direito ao voto.

Imagine a cena da foto acima acontecendo nos dias de hoje, Feministas estariam em redes sociais publicando textos acusando os guardas de serem truculentos, violentos e “machistas”.

Referências:

Como o Islã desrespeita as mulheres | Ex-muçulmanos

As mulheres no Islamismo | Solascritura

Mulher é cegada no Irã por recusa a casamento | Jezebel

 

Artigo escrito por Erick Lima no projeto Voluntários RENOVA.

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