OPINIÃO: Não basta roubar, tem de adulterar

Em mais uma investida dos descerebrados ativistas do PT, uma parte das cédulas do dinheiro em circulação no País estão sendo adulteradas.

Com o intuito de propagar a imagem do chefe da quadrilha, pessoas ligadas ao partido estão carimbando as cédulas com a figura ‘ilustre’ do capo da ORCRIM nacional.

Isto, além de ser nojento, vai de encontro à Carta Circular 3235, artigo 5, item I.

O Banco Central do Brasil é a instituição responsável pela emissão das cédulas, pelo lançamento das moedas nacionais e pela atividade de saneamento do meio circulante. As duas ações, emissão e saneamento, visam manter o dinheiro em circulação em boas condições de uso.

Devem ser retiradas de circulação as cédulas manchadas, sujas, desfiguradas, gastas ou fragmentadas; com marcas, rabiscos, símbolos, desenhos ou quaisquer caracteres a elas estranhos; com cortes ou rasgos em suas bordas ou interior; queimadas ou danificadas por ação de líquidos, agentes químicos ou explosivos etc.

As cédulas inadequadas à circulação podem ter valor ou não ter valor, em função do grau de dano apresentado.

Ao contrário do que está sendo divulgado nas redes sociais, as cédulas carimbadas TÊM valor sim. Mas somente em circunstancias próprias: para depósito, troca ou pagamento na rede bancária. Após o recebimento das cédulas em questão, o banco recebedor se encarrega de enviar as notas para o BC, onde será feita a troca e posterior destruição da cédula.

De qualquer forma, é sempre mais seguro recusar o recebimento de tais cédulas.

Pelo Código Penal artigo 163, inciso III, a pena a qual os adulteradores podem ser enquadrados varia de seis meses a 3 anos.

Devemos iniciar uma forte Campanha para que as pessoas recusem essas notas.

É o nosso contra-ataque!

 

Artigo escrito pelo voluntário Walter Barreto no Projeto Voluntários

Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da Renova Mídia

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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