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OPINIÃO: O jornalismo e seu dever de ofício

São Bernardo do Campo, 07 de Abril de 2018, um sábado como outro qualquer, mas esse com alguns detalhes a mais. Foi comemorado o “Dia do Jornalista”, instituído desde 1931 pela ABI (Associação Brasileira de Imprensa) em homenagem à Giovanni Battista Líbero Badaró, médico e jornalista morto por inimigos políticos um século antes.

Num dia especial para todos os profissionais de imprensa, creio haver pouco a se comemorar nesta data. Não bastasse toda a nossa imprensa já corrompida e ideologizada com seu viés esquerdista /marxista ainda temos os ataques a ela feitos pelos próprios esquerdistas que costumam chamar a todos de “golpistas”.

Fossem os ataques limitados a xingamentos, berros e ameaças apenas, já seriam muito graves, mas não param por ai de forma alguma. Atacaram fisicamente repórteres, danificaram veículos, agrediram fisicamente cinegrafistas, caçaram microfones pelas cores das empresas para lhes atacar. Os ataques se intensificaram a partir da sentença do juiz Sérgio Moro para a prisão de Lula. Os ataques não ocorreram apenas aqui na cidade, mas em todos os cantos do país, como se a imprensa fosse a culpada pelos desvios da Petrobrás, pelo mensalão, pelos desvios dos Correios, BB, Caixa, Eletrobras, etc.

Onde está a ABI, o sindicato dos jornalistas ou outro órgão se pronunciando em defesa desses profissionais que estão trabalhando e sendo atacados? Nada de manifestação.

Mas porque isso?

É mais que sabido que nossa imprensa, formada por alunos das mais diversas faculdades são maciçamente forçados a ter todo tipo de acesso e conteúdo esquerdista como em todos os cursos de humanas do país. Toda aquela ideologia ultrapassada, com discursos cansados e totalmente sem fundamento algum. Apenas repassando e repetindo o que já houvera sido dito antes, sem novidades, no looping infinito do atraso.

Dessa forma, todo jovem jornalista que se forma, já se torna uma sementinha marxista que plantada em qualquer estúdio de tv, redação de jornal, bastidor de rádio, cada vez mais se vitamina de suas teses aprendidas na faculdade, e vai repassando o que já aprendeu e junto a isso assimila dos seus companheiros mais antigos o mesmo veneno.

Dito isso, conseguimos entender porque para portais como Globonews, G1, Folha, Estado, entre outros, um bandido assassino passa a ser chamado de suspeito, um assaltante também. Crimes deixam de ser crimes e passam a ser denominados “erros” ou “malfeitos”. Ao passo que qualquer ação efetiva da Polícia Militar ou Exército é considerado algo perigoso, exigindo-se toda e fortíssima investigação.

Muito do que a imprensa hoje sofre com os ataques dos ideologizados, ela mesmo plantou neles. Ver petista chamando a Globo de golpista, chega a dar vergonha alheia, visto que ela é a maior disseminadora de toda a agenda esquerdista e globalista no Brasil. Mas claro, sempre é interessante fazer de conta que são antagonistas, adversários, que brigam, mas sabemos que de fato não são. Se alimentam um do outro.

Lula há pouco, na suposta missa de “aniversário” de sua esposa já falecida (sim, isso ocorreu de verdade, acredite) falou por quase uma hora sem parar com as conhecidas verborragias e frases de efeito que só alcançam os seus débeis correligionários. Na homenagem à sua esposa, seu discurso falou de tudo, menos da morta. Sua voz já fraca, o peso do tempo e da idade, o câncer que lhe tirou muito da energia vital já estão bem aparentes.

Ainda assim há uma frase que chamou a atenção e fiquei na dúvida se ria ou de fato me impressionava: “eu não sou mais eu, eu sou uma ideia.”

Sério? Nem morreu e já quer virar santo? Como se fosse alguém relevante ou supremo? Menos meu caro 9 dedos, menos…

Mais do que nossa população começar a ver as coisas de outra forma e mudar sua mente, buscando melhorar, precisamos da imprensa de fato isenta, uma imprensa livre, nova, renovada, que busque apenas informar e não influenciar, como vem fazendo. Ter opinião é bom, mas a missão primordial é trazer à tona, às páginas, aos sites, os fatos como eles são, sem viés político, sem partidarismo.

Vamos lutar e brigar por uma imprensa melhor, com conteúdo, informação.

Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da RENOVA Mídia.

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