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Oposição coloca CPI na geladeira após baile de Moro no Senado

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A participação de Moro em sabatina no Senado jogou um balde de água fria nos planos da oposição para criação de uma CPI.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participou, nesta quarta-feira (19), de uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Após quase 10 horas de oitiva no Senado, apesar de alguns parlamentares da oposição terminarem a sessão com com a impressão de que ele foi evasivo, a sensação geral é de que as explicações de Moro foram mais do que suficientes.

“No fim do dia, a impressão na Casa era a de que, por ter ido se explicar e não ter cometido falha grave, ele colocou na geladeira articulação para abertura de uma CPI”, afirma o blog Painel, do jornal Folha de S. Paulo.

Durante a audiência, Moro questionou a autenticidade das mensagens 50 vezes, falou em hackeamento 53, defendeu a normalidade das supostas conversas em 37 momentos e sua imparcialidade em 20 ocasiões.

O termo “sensacionalismo” foi outro muito utilizado pelo ministro (45 vezes), sempre em referência às matérias publicadas pelo site The Intercept.

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