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Oposição da Guiné Equatorial pede investigação sobre milhões em avião

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Oposição do país africano não acredita que o dinheiro nas malas do filho do ditador seria utilizado para pagar despesas médicas.

Partidos de oposição da Guiné Equatorial pedem investigação da origem e do destino dos US$ 16 milhões apreendidos, em espécie e joias, na semana passada no Aeroporto Internacional de Viracopos, em São Paulo.

O montante estava em posse do filho do ditador do país, Teodoro Nguema Obiang Mangue, conhecido como “Teodorín”.

Com um estilo de vida luxuoso, Teodorín recheia as redes sociais com fotos com modelos, carros importados e lugares luxuosos. Segundo informações da Renova Mídia, Teodorín tem uma forte ligação com o ex-presidente Lula.

Após horas recusando ser inspecionado pela Polícia Federal e pela Receita Federal, Teodorín foi obrigado a abrir as malas e afirmou que os valores pagariam tratamentos de saúde em Brasília.

“É claro que não era para médico. A família vai à Clinica Mayo (uma das mais renomadas nos EUA)”, disse Mocache Massoko, testemunha em um processo que levou Teodorín, no ano passado, a perder o equivalente a R$ 500 milhões em propriedades que tinha em Paris.

O governo francês acusa o Teodorín, que além de filho do ditador Teodoro Obiang é vice-presidente da Guiné Equatorial, de corrupção, lavagem de dinheiro e apropriação indevida de bens.

Além da França, Teodorín é investigado em outros 4 países.

Segundo informações do UOL:

Há cinco anos morando no exterior temendo perseguição política, Massoko mantém um jornal online hospedado na Espanha, Diario Rombe, para fiscalizar o governo do seu país natal.

Seu pai é presidente da União da Centro Direita (UCD), partido de oposição que emitiu uma carta em conjunto com a Convergência para a Democracia Social (CDS), outra força contrária ao regime, pedindo investigação.

“A mídia aqui é controlada, nos inteiramos da apreensão pelas redes sociais”, disse Avelino Mocache, presidente da UCD.

“Não sabemos para que era esse dinheiro. Não acredito que seja para o presidente atual [do Brasil, Michel Temer], porque se fosse, ele não teria tido problemas com a polícia”, cogita Mocache.

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