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Oposição venezuelana nega participação em eleições fraudulentas

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

partido opositor venezuelano Primeiro Justiça (PJ), do ex-candidato presidencial Henrique Capriles, anunciou que não participará das eleições de 22 de abril por considerar que o pleito oferecer condições justas e é claramente “fraudulento” .

O partido político emitiu um comunicado na terça-feira (20):

Com base na negativa reiterada do governo nacional a conceder as garantias para eleições livres e democráticas estabelecidas na Constituição, decidimos não participar de tal processo fraudulento.

A oposição afirma que a sociedade venezuelana já manifestou rejeição à “farsa eleitoral” e exige que sejam dadas as garantias estabelecidas na Constituição para que as eleições sejam justas e transparentes.

O partido Primeiro Justiça justificou o boicote eleitoral:

Hoje em dia, na Venezuela, não existem as condições necessárias para uma eleição presidencial. Ninguém nos tirará do caminho democrático, mas nunca nos prestaremos a fazer jogo de uma ditadura que só se importa em permanecer no poder às custas do sofrimento do povo venezuelano.

O Vontade Popular (VP), partido opositor liderado por Leopoldo López, que cumpre prisão domiciliar, também informou na semana passada que “não revalidará a fraude eleitoral” das eleições presidenciais de 22 de abril e que, por isso, não apresentará nem apoiará candidato algum.

Com informações de: [JovemPan]

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