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Os alvos da Operação Spoofing da Polícia Federal

Os alvos da Operação Spoofing da Polícia Federal
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A Operação Spoofing da PF prendeu três homens e uma mulher nas cidades de Araraquara, São Paulo e Ribeirão Preto.


A Operação Spoofing da Polícia Federal (PF) foi lançada, nesta terça-feira (23), com o objetivo de “desarticular organização criminosa que praticava crimes cibernéticos”.

Os agentes da PF cumpriram quatro mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão em São Paulo, em Araraquara e Ribeirão Preto.

Até agora, o nome de dois dos alvos foram revelados pela imprensa.

Gustavo Henrique Elias Santos, 28 anos, morador de Araraquara, trabalhava como DJ e já respondeu a processo sob acusação de porte ilegal de arma. Além de Santos, um outro suspeito mora na cidade do Estado de São Paulo.

O advogado de Santos, Ariovaldo Moreira, disse que conhece o DJ há anos e nunca soube de envolvimento dele com atividades de hackers, informa o jornal Folha.

Moreira declarou:

“Obviamente preciso saber onde ele está, se está recolhido ou detido na cidade de São Paulo ou se foi levado à capital Brasília. Essa pessoa trabalha no ramo de entretenimento e não acredito que o trabalho dele possa ter levado à investigação. Não acredito que ele esteja envolvido nessa empreitada delituosa.”

Segundo o site O Antagonista, o nome de Walter Delgatti Neto, 30 anos, também está na lista mandados de prisão provisória cumpridos por agentes da Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (23). Ele ainda está foragido.

“Delgatti já se passou por delegado de polícia para aplicar golpes. Seu nome consta como filiado ao DEM de Araraquara”, acrescenta o site.

jornal local ACidadeON apurou que Delgatti e Santos são amigos e já foram detidos pela polícia juntos. Ainda segundo o periódico, Delgatti tem familiaridade com o ambiente digital.

As ordens de prisão foram expedidas pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília.

O delegado da PF à frente do caso é Luís Flávio Zampronha, que em 2005 e 2006 presidiu o inquérito policial que apurou o escândalo do mensalão, segundo a Folha de S. Paulo.

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