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A eleição do domingo (7) confirma que as pesquisas erraram muito no diagnóstico das disputas pelo Senado.

Nenhum instituto previu, por exemplo, a petista Dilma Rousseff ficando na quarta posição da disputa pelo Senado de Minas Gerais.

Magno Malta, Eunício Oliveira e Roberto Requião fora do Congresso também foram outros exemplos de como os institutos erraram de forma grotesca.

No Distrito Federal, o Datafolha indicava, a dois dias do pleito, que o candidato do Novo, Paulo Roque, teria cerca de 50 mil votos. O estreante na política não conseguiu se eleger, mas teve 202.834 votos, ou seja, mais de quatro vezes o previsto pelo instituto.

Major Olímpio, do PSL, também não era cotado como um dos favoritos na disputa pelo Senado de São Paulo e acabou sendo o mais votado do Estado.

Adaptado da fonte O Antagonista

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