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Os fracassos de Haddad no MEC estão de volta

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O candidato do PT ao Planalto, Fernando Haddad, promete retomar projetos que não conseguiu implantar quando esteve no comando do Ministério da Educação.

O presidenciável Fernando Haddad (PT) promete retomar projetos que não conseguiu implantar no Ministério da Educação (MEC).

Uma prova nacional de ingresso para a carreira de professor e a ampliação da oferta de ensino técnico pelo Sistema S  dentro da educação regular, estão entre as ações que Haddad deixou de pôr em prática nos seis anos e meio como ministro, e agora serão reeditadas no programa de governo.

A gestão do petista no MEC, no entanto, também é reconhecida por avanços, como a ampliação das avaliações, criação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), expansão do ensino superior, incremento do alcance do Enem e avanço do antigo Fundef, que financiava a educação fundamental, para o atual Fundeb.

O novo fundo criado por lei passou a cobrir os dois extremos do ciclo básico (ensino infantil e ensino médio), passando de R$ 90,3 bilhões no primeiro ano de existência, 2007, para R$ 146 bilhões em 2017, segundo valores corrigidos pela inflação do período.

Mas o ensino médio “ficou um problema por resolver”, nas palavras do próprio presidenciável em sabatina realizada em agosto pelo Movimento Todos pela Educação.

Na ocasião, ao enumerar feitos de sua gestão, Haddad admitiu: “O ensino médio ainda estamos devendo”.

A etapa escolar é um dos principais gargalos da educação brasileira. Embora a oferta seja de responsabilidade dos estados, há consenso antigo de que o governo federal precisa atuar diretamente para mudar o quadro de estagnação.

 

Adaptado da fonte O Globo

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