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Países da América do Sul denunciarão Nicolás Maduro no TPI

Cinco nações sul-americanas preparam ação contra a ditadura chavista em Haia.

Governos da América do Sul pretendem fechar o cerco contra a Venezuela a partir desta terça-feira (25) quando chanceleres de cinco países da região assinarão, em Nova York, uma carta denunciando a ditadura de Nicolás Maduro por crimes contra a humanidade e pedindo uma ação da procuradoria do Tribunal Penal Internacional.

Enquanto isso, nos gabinetes de embaixadores, a região se apressa para conseguir apoio suficiente para condenar Caracas no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em uma votação ainda nesta semana.

A questão tem movimentado os bastidores da diplomacia regional.

Na esperança de frear a ofensiva, o regime chavista encaminhou a países aliados um projeto pedindo que não se reconheça a resolução do Grupo de Lima como legítima.

Ainda assim, às margens da Assembleia-Geral da ONU, que começou nesta segunda-feira (24) nos Estados Unidos, chanceleres de Peru, Argentina, Chile, Colômbia e Paraguai se reunirão para denunciar os crimes da ditadura venezuelana.

As investigações apontam que Maduro usa o terror como política de Estado, medida que a ONU diz ser usada para abafar as manifestações e mantê-lo no poder.

A documentação será entregue à procuradora do TPI, Fatou Bensouda, de Gâmbia.

A denúncia é a primeira ofensiva realizada pela região contra um governo do continente. O Brasil, que faz parte do bloco, não assinou o documento.

 

Adaptado da fonte Estadão

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