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Pandemia alavanca setor de táxi aéreo no Brasil

Foto: Divulgação
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Empresas do setor focam no conforto e na segurança como atrativos.

O encolhimento da malha aérea do Brasil em meio à pandemia de coronavírus alavancou o setor de táxi aéreo no País. 

Dois em cada três viajantes querem novas experiências no segmento da aviação, de acordo com dados da mais recente pesquisa da Global Business Travel Association (GBTA).

O levantamento foi feito em abril com 16 mil profissionais de 942 empresas do segmento no planeta.

As duras medidas restritivas adotadas mundo afora resultaram no cancelamento de viagens e no fechamento de fronteiras. 

Aéreas vão começar a barrar malas de mão fora dos padrões

Como consequência, segundo o levantamento, em abril de 2020 a malha aérea brasileira registrou uma redução de 90% nos voos domésticos e 100% nos voos internacionais. 

Na aviação executiva não foi diferente. De acordo com a GBTA, 61% das empresas do segmento cancelaram ou suspenderam voos domésticos e 89% os internacionais. 

Agora, com a chegada da vacina e a queda no número de casos e mortes, a retomada do setor aéreo começou, mas com passos lentos.

Ricardo Fenelon, ex-diretor da Agência Nacional de Aviação (Anac), entende que o setor de taxi aéreo no país deve se consolidar principalmente pelo trabalho de simplificação de normas feito pela agência.

As pessoas começaram a entender a essencialidade do serviço de táxi aéreo como um facilitador de negócios”, afirmou Fernando Wendling, fundador e CEO da AlphaJets, uma das principais empresas brasileiras do setor, em entrevista à revista Istoé Dinheiro.

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