Paquistão diz que libertará piloto capturado da Índia

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Em uma tentativa de apaziguar a situação na região da Caxemira, o governo paquistanês prometeu libertar o piloto indiano capturado após jato ser abatido na manhã de quarta-feira (27).

O premiê do Paquistão, Imran Khan, afirmou nesta quinta-feira (28) que seu país libertará o piloto indiano Abhinandan Varthaman.

O militar da Índia foi detido depois que seu caça foi derrubado pela Força Aérea do Paquistão durante um combate aéreo.

O dirigente do Paquistão disse que a devolução do piloto é um “gesto de paz”:

“O piloto indiano está sob nossa custódia, o libertaremos amanhã (sexta-feira) como gesto de paz.”

Após a escalada de tensão na região, o premiê paquistanês disse que que tentou sem sucesso falar por telefone com o líder indiano, Narendra Modi.

O gesto paquistanês acontece em meio a uma escalada militar sem precedentes nos últimos anos.

Tudo começou com um atentado do grupo terrorista Jaish-e-Mohammed (JeM) no dia 14 de fevereiro.

A explosão do carro-bomba atingiu em cheio um comboio das forças de segurança na Caxemira indiana no qual morreram 42 policiais, o mais sangrento em três décadas de conflito na disputada região.

Em resposta ao ataque, a Índia assegurou ter bombardeado na terça-feira (26) um acampamento do grupo terrorista em solo paquistanês .

O governo do Paquistão nega a versão dos fatos da Índia e prometeu retaliação. No dia seguinte a aeronave indiana foi abatida em solo paquistanês.

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