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‘Parte da imprensa apoiando inquérito da Santa Inquisição’, diz procuradora

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“A mesma parte da imprensa que constantemente critica atos da época da ditadura”, diz Cheker.

A procuradora da República, Monique Cheker, classificou, nesta quarta-feira (27), o inquérito da fake news do Supremo Tribunal Federal (STF) como o inquérito da “Santa Inquisição”.

Ao comentar no Twitter sobre uma reportagem da revista Veja, Checker declarou:

“Parte da imprensa apoiando o inquérito da Santa Inquisição. Logo a mesma parte da imprensa que constantemente critica atos da época da ditadura.”

A procuradora acrescentou:

“A disseminação de ‘Fake news’ tem que ser apurada e punida com rigor, mas não numa investigação autoritária, sem previsão legal ou constitucional.”

Monique Checker não foi a única procuradora a renovar críticas contra o inquérito nas mãos do relator Alexandre de Moraes.

“Tudo nulo, como estamos alertando há mais de um ano. Não precisa nem saber quem são os alvos dessas buscas”, disse Bruno Calabrich.

Mais cedo, a procuradora Thaméa Danelon enfatizou que o inquérito é “completamente ilegal e inconstitucional”.

“Na data de hoje, outras buscas e apreensões igualmente indevidas foram realizadas. No meu entender, tudo seria NULO de pleno Direito”, disse Danelon.

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