Partículas de bomba atômica detectadas perto de Hiroshima

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Partículas encontradas por geólogos se formaram em condições extremas, com temperaturas de até 1.800°C.

Mais de 70 anos depois do lançamento da bomba atômica de Hiroshima, cientistas descobrem partículas da explosão que destruiu completamente a cidade do Japão em uma praia da região.

Partículas em amostras de areia recolhidas das praias da península de Motoujina apresentaram um grande número de pequeninas esferas de vidro.

“Eu já vi centenas de amostras das praias do Sudeste Asiático e sou capaz de diferenciar, imediatamente, grãos minerais de partículas criadas provenientes de animais e plantas; isso é muito fácil”, afirmou o geólogo Mario Wannier.

Nas amostras de areia provenientes de Motoujina ele encontrou organismos unicelulares comuns naquela região.

“Mas havia algo mais….e era tão óbvio quando eu olhava para as amostras. Não tinha como não ver aquelas partículas arredondadas e de um material parecido com vidro”, acrescentou.

Os esforços científicos revelaram partículas únicas, nunca vistas antes, com uma composição química incomum, misturas minerais inusitadas e formadas em um ambiente de alta temperatura e pressão.

Os cientistas também comprovaram que a composição das partículas coincidia com a dos materiais mais comuns em Hiroshima na ocasião do bombardeio, como concreto, mármore, aço e borracha, informa o Metrópoles.

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