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Pasadena é o símbolo do desastre do PT na Petrobras

Pasadena é o símbolo do desastre do PT na Petrobras
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Ao longo dos últimos anos, a Operação Lava Jato vem mostrando que a interferência política na gestão de empresas estatais pode levar a um monumental desastre, em prejuízo do patrimônio público.

O caso da refinaria de Pasadena, no Texas, é um dos principais exemplos dos símbolos do naufrágio no período em que o país foi governado pelo ex-presidente Lula (PT) e a Petrobras comandada pela então ministra Dilma Rousseff.

Em 2006, a estatal Petrobras pagou US$ 360 milhões por metade da refinaria nos Estados Unidos.

O valor chamou a atenção porque já era muito superior ao que a companhia belga Astra Oil havia pago pela refinaria inteira apenas um ano antes: US$ 42,5 milhões.

Dois anos depois, a Petrobras e a Astra Oil entraram em conflito na sociedade texana. O imbróglio terminou com decisão judicial obrigando a estatal brasileira a comprar a parte que pertencia à empresa privada da Bélgica.

Na conta final, a Petrobras desembolsou US$ 1,18 bilhão por uma refinaria tecnologicamente obsoleta e com evidentes dificuldades operacionais.

Ou seja, o governo do Partido dos Trabalhadores (PT) comprou uma indústria velha por um preço mais de 27 vezes superior ao pago pela empresa belga 24 meses antes.

Nesta quarta-feira (30), 13 anos depois, o governo do presidente Jair Bolsonaro oficializou a venda da Refinaria de Pasadena para a americana Chevron, por US$ 562 milhões, cerca de 600 milhões de dólares de prejuízo, conforme noticiou a RENOVA.

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