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Paulo Preto quer anulação de provas da Suíça e da nuvem

Paulo Preto quer anulação de provas da Suíça e da nuvem
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Paulo Vieira de Souza entrega defesa prévia à Lava Jato em ação penal sobre suposta lavagem de dinheiro no esquema de propinas da Odebrecht.

O ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, apontado pela Operação Lava Jato como operador financeiro do PSDB, apresentou ao juiz Luiz Antonio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba, uma lista com 32 testemunhas de defesa na ação penal sobre suposta lavagem de dinheiro no esquema de propinas da Odebrecht.

Paulo Preto, que está preso desde 19 de fevereiro, também pediu nulidade de provas na Suíça e das que estão na nuvem.

Nessa ação, o Ministério Público Federal no Paraná afirma que o operador disponibilizou, a partir do segundo semestre de 2010, R$ 100 milhões em espécie ao operador financeiro Adir Assad, no Brasil.

Assad entregou os valores ao Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, aos cuidados do doleiro Álvaro José Novis – que fazia pagamentos de propinas, a mando da empresa, para vários agentes públicos e políticos, inclusive da Petrobras, informa o Metrópoles.

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