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PCC ‘batiza’ estrangeiros e mira expansão do tráfico na Europa

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Investigadores dizem que o quilo de cocaína é vendido nos países produtores – Colômbia, Peru e Bolívia – por cerca de US$ 2 mil e chega ao Brasil custando aproximadamente US$ 6 mil; na Europa, vale entre US$ 35 mil e US$ 40 mil.

Um diálogo travado entre Tiaguinho e Gilmar, apelidos dos integrantes da chamada célula “Resumo Disciplinar dos Estados” da organização criminosa PCC, foi gravado com autorização judicial em outubro do ano passado.

Segundo o MP-SP, os dois bandidos fazem parte do grupo responsável por observar o comportamento dos integrantes e monitorar se as regras do PCC estão sendo cumpridas, além de julgar ofensas e definir punições de membros da organização criminosa fora de São Paulo.

Na conversa, Gilmar fala de um grupo “criado recentemente que tem mais de 90 PCC, inclusive irmão de outro país”.

Para o Ministério Público, “o irmão de outro país” é da Espanha, país que só fica atrás da Bélgica na lista dos países com as maiores apreensões de cocaína despachadas do Brasil em navios.

Segundo investigações policiais, tanto a cúpula do PCC quanto membros da organização que atuam de forma autônoma estão envolvidos em remessas de droga para a Europa, seja garantindo o embarque e transporte ou organizando a venda a intermediários em operações feitas, principalmente, a partir de portos brasileiros.

 

Adaptado da fonte BBC

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