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PEC que reduz férias de magistrados é alvo de críticas

Foto: Divulgação/AMB
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“A consequência irreversível será um Judiciário congestionado”, diz chefe da AMB.

Renata Gil, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), defendeu a permanência das férias de 60 dias para juízes e procuradores.

Em artigo publicado, nesta quarta-feira (9), no jornal Folha, Gil tece críticas à PEC que reduz as férias da magistratura e dos membros do Ministério Público.

Caso o texto seja aprovado, as férias dos magistrados serão reduzidas de 60 para 30 dias.

No texto, a presidente da AMB escreveu:

“A consequência irreversível será um Judiciário congestionado e lento na pacificação dos conflitos, em prejuízo dos cidadãos.”

A magistrada argumenta ainda que, sem o benefício, juízes e procuradores deverão abandonar o serviço público:

“Justamente por vislumbrarem, na iniciativa privada, a possibilidade de melhores condições de vida.”

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