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Pedaço de cérebro humano permanece intacto após 2,6 mil anos

REDAÇÃO RENOVA Mídia

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Pedaço de cérebro humano permanece intacto após 2,6 mil anos
Imagem: Reprodução/Twitter
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Mais de dois mil anos depois, o cérebro de um homem assassinado permanece bem preservado.

Arqueólogos encontraram um crânio enterrado na lama enquanto escavavam um sítio da Idade do Ferro nos arredores da cidade de York, no Reino Unido.

Estudos indicaram que o dono do crânio foi violentamente executado entre os anos 673 e 482 a.C. Ele sofreu uma fratura na espinha — sinal de que deve ter sido enforcado e decapitado. 

Ao abrir a cabeça, os pesquisadores ficaram estupefatos. Lá dentro estava um pedaço excepcionalmente bem preservado do cérebro da vítima, tão intacto que, mesmo após milênios, conservou até as dobras e ranhuras da antiga estrutura, informa a revista Super Interessante.

A matéria cerebral geralmente se decompõe bem rápido após a morte. Como o tecido cerebral sobreviveu? Este mistério fez o caso ficar conhecido como Cérebro de Heslington — nome da pequena cidade inglesa onde a misteriosa amostra foi coletada. 

O local em que o crânio foi encontrado é rico em argila. O frio, a umidade e os sedimentos finos do solo podem ter ajudado a barrar a penetração de oxigênio, elemento essencial para manter o funcionamento do metabolismo de micróbios decompositores.

Os resultados das análises foram publicados na quarta-feira (8) no Journal of the Royal Society Interface, e podem ajudar tanto em estudos de proteínas em tecidos antigos quanto de doenças cerebrais atuais.

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