Pelo menos 150 médicos cubanos lutam para ficar no Brasil

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Pelo menos 150 médicos cubanos lutam para ficar no Brasil
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Pelo menos 150 médicos cubanos desertores do “Mais Médicos” lutam na Justiça para poder clinicar no Brasil de forma independente, fora do acordo entre Brasil e Cuba, ganhando salário integral.


Esse grupo de profissionais moveu ações contra o Ministério da Saúde, a ditadura cubana e a Organização Panamericana de Saúde (Opas), segundo o advogado André de Santana Corrêa, que defende os estrangeiros.

O jurista diz que, com a decisão de Cuba de sair do Mais Médicos, mais profissionais devem tentar permanecer no Brasil.

“Desde ontem (anteontem, quarta-feira, 14), recebi muitas ligações de interessados em entrar com processo para ficar no Brasil”, afirmou Corrêa.

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De acordo com o advogado, o principal argumento usado é o respeito ao princípio da isonomia.

“Por que eles recebem um salário menor que os outros estrangeiros se fazem exatamente o mesmo trabalho que os outros médicos?”, questionou o defensor.

A revista Crusoé entrevistou o médico cubano Alioski Ramires, perseguido pela ditadura comunista por ter querido ficar no Brasil com o salário integral que recebia no Mais Médicos.

Ele diz que Cuba é “uma Alcatraz” e que os médicos que vieram para o Brasil eram tratados como “escravos modernos” pelo regime castrista.

 

Adaptado da fonte UOL

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