Pesquisas do Brasil na Antártida perto do colapso

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Estudos vivem há dois anos sem recursos para se manter no continente; MCTI prevê edital de R$ 18 milhões até 2022, mas valor está longe de ser suficiente.

Desde a adesão, em 1975, ao Tratado de Antártida, pela primeira vez o Brasil corre sério risco de perder liderança na América Latina em pesquisas no Polo Sul e o direito a voto nas deliberações de uso do continente antártico.

O motivo é a falta de liberação de dinheiro por parte do governo para manter estudos em andamento, além de iniciar novas pesquisas. Uma das exigências para adesão ao Tratado de Antártida é a “substancial atividade de pesquisa científica”, o que levou, em 1982, à criação do Programa Antártico Brasileiro (Proantar).

“Levamos 15 anos para adquirir a liderança latino-americana na pesquisa antártica. Se pararmos nossos investimentos – mínimos, em média cerca de R$ 4 milhões a R$ 5 milhões por ano – em dois ou três anos perderemos a liderança”, lamenta Jefferson Simões, vice-presidente do Scientific Committee on Antarctic Research (SCAR, sigla em inglês).

Adaptado da fonte Gazeta do Povo

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