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Peste suína na China faz ações de frigoríficos do Brasil dispararem

Peste suína na China faz ações de frigoríficos do Brasil dispararem
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

No acumulado de 2019, o ganho dos frigoríficos brasileiros é de R$ 31,8 bilhões, mas ainda muito concentrado na JBS.


Impulsionados pelo surto do vírus da peste suína africana na China, os frigoríficos do Brasil ganharam R$ 17,6 bilhões em valor de mercado no mês de abril.

Juntos, os quatro frigoríficos brasileiros listados na bolsa (JBS, BRF, Marfrig e Minerva) valiam, nesta terça-feira (23), R$ 85,8 bilhões na B3, crescimento de 26,8% ante os R$ 68,2 bilhões do fim de março.

Por serem as empresas mais valiosas, JBS e BRF explicam a maior parte do movimento.

Em abril, a dona da Sadia e Perdigão ganhou quase R$ 6 bilhões em valor de mercado. A dona da Friboi, por sua vez, ganhou mais de R$ 10 bilhões na B3, informa o Valor.

“Como já tinha adiantado antes, a peste suína na China é uma oportunidade para ganharmos mercado”, afirmou a presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Leticia Catelani, através da rede social Twitter.

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