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Petrobras nega aumento e sindicatos prometem resistência

Petrobras nega aumento e sindicatos prometem resistência
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A primeira reunião para discutir o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019 entre a Petrobras e os seus empregados terminou em clima tenso.


Enquanto os 18 sindicatos que abrangem a categoria pedem a reposição da inflação, a Petrobras alega que entre 2003 e 2014 os empregados tiveram um ganho real de 51%.

Por este motivo, a estatal quer manter os salários sem ajuste, assim como outros benefícios como vale alimentação e educação, além de acabar com o programa Jovem Universitário e com os adicionais pagos no Estado do Amazonas e em campos terrestres, informa o UOL.

Em um comunicado aos empregados, a Petrobras afirmou:

“Em um esforço para continuidade do que é praticado como remuneração, a Petrobras propõe manter as tabelas de remuneração. Também haverá manutenção dos valores das tabelas de funções gratificadas (gerenciais e especialistas), nesse caso, prerrogativa exclusiva da empresa, independe de anuência dos sindicatos.”

Durante a reunião os sindicalistas chegaram a gritar em coro, diante dos negociadores da Petrobras, que não vão aceitar “nenhum direito a menos”.

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