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PF abre investigação paralela sobre ‘atos antidemocráticos’

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
PF nas ruas em operação contra pornografia infantil

Delegada da PF fez uma série de críticas à condução da investigação pela PGR.

A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito paralelo para investigar a organização e o financiamento de supostos “atos antidemocráticos”.

A decisão ocorre após divergências em relação às medidas pedidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Antes de deflagrar a operação “Lume”, no dia 17 de junho, a delegada Denisse Dias Rosas Ribeiro chegou a pedir para Moraes, relator do inquérito, adiasse ou “recolhesse” os mandados de busca e apreensão contra os aliados do presidente da República, Jair Bolsonaro

O inquérito da PF tramitará de maneira independente do conduzido pela PGR, mas ambos serão vinculados ao STF, ou seja, qualquer diligência precisará do aval de Moraes.

Ao determinar a instauração do inquérito paralelo, a delegada da PF fez uma série de críticas à condução da investigação pela PGR.

De acordo com Denisse, o novo inquérito tem o “intuito de nortear a atuação dos policiais federais diante da escassez de informações a respeito do escopo” da investigação.

A delegada também afirma que a PF, ao assumir a condução da investigação, vai realizar “diversas diligências voltadas ao esclarecimento dos fatos”.

Referências: [1]

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