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PF aponta que grupo hacker fez mais de mil vítimas

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
PF aponta que grupo hacker fez mais de mil vítimas

A pena para crime de invasão de celular ou hackeamento é relativamente pequena, mas se o mesmo crime foi praticado quase mil vezes, a história pode ser outra.

A Polícia Federal (PF) segue investigando o ataque cibernético que resultou na invasão do celular do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e de outras autoridades brasileiras.

Quase mil outras pessoas dos três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — teriam sido alvo dos hackers.

“Você pode ter sido hackeada e nem estar sabendo”, disse uma fonte da PF a jornalista Cristiana Lôbo, do site G1.

Ainda de acordo com a fonte, a PF acredita que os hackers são estelionatários e praticaram crime a fim de obter benefícios em dinheiro.

A identificação do grupo começou a ser feita há alguns dias a partir de investigações da Operação Spoofing, que incluíram apreensões e buscas em São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto, e que não deixaram dúvidas sobre os responsáveis pelo hackeamento do celular do ministro da Justiça.

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