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PF aponta que hackers da Lava Jato agiram com ‘dolo de adulterar’

Hackers implicam 'O Antagonista' e 'Crusoé' em depoimento à PF
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Não há como confirmar a autenticidade de diálogos de procuradores, diz relatório da PF.

Um relatório da Polícia Federal (PF) concluiu que não é possível confirmar a autenticidade das mensagens hackeadas da operação “Lava Jato” apreendidas no âmbito da operação “Spoofing”. 

De acordo com o texto:

“A autenticidade e a integridade de itens digitais obtidos por invasão de dispositivos alheio não se presume, notadamente quando se reúnem indícios de que o invasor agiu com dolo específico não apenas de obter como também de adulterar os dados.”

O documento é assinado pelo delegado Felipe Alcantara de Barros Leal, chefe do Serviço de Inquéritos da PF.

Barros Leal acrescenta:

“A perícia da Polícia Federal ressalvou que tais itens não possuem assinatura digital, resumos criptográficos, carimbos de tempo emitidos por autoridade certificadora ou outro mecanismo que permita identificar alteração, inclusão ou supressão de informações em relação aos arquivos originalmente armazenados em servidores do aplicativo Telegram.”

O relatório é um claro reforço aos argumentos da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra inquérito conduzido pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, contra a Lava Jato. 

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