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PF apreende material irregular da campanha de Haddad na UFCG

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O documento foi confiscado da sede da associação de professores da universidade, sob a suspeita de se tratar de material de campanha política a favor de Fernando Haddad (PT).

Na manhã desta quinta-feira (25), a Polícia Federal cumpriu uma ordem de busca e apreensão sede da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande (ADUFCG), na Paraíba.

A PF apreendeu o Manifesto em Defesa da Democracia e da Universidade Pública, documento escrito em conjunto pelos professores em assembleia em 17 de outubro.

No mandado apresentado pela polícia, o material é chamado de “panfleto” e seria levado com outros materiais de campanha a favor do candidato a presidente da República, Fernando Haddad, do PT, caso a corporação encontrasse algum na entidade. Segundo a ADUFCG, porém, o manifesto é apartidário, assim como a associação.

Segundo informações do Terça Livre:

De acordo com o juiz eleitoral, Horácio de Melo Júnior, o pedido autorizado foi feito pela Polícia Federal, pois houve uma representação para abertura de inquérito no sentido de apurar possível crime eleitoral e uma possível agressão ocorrida dentro de uma sala de aula da Universidade Federal de Campina Grande por motivações políticas.

O mandato determinou a apreensão de materiais de campanha eleitoral em favor do candidato à presidência da República, Fernando Haddad (PT). A Justiça destaca que é não é permitido – em qualquer órgão público – manifestação política de panfletagem ou propaganda partidária, por isso a infração motivou o mandado de busca e apreensão.

Funcionários da Universidade Federal alegam que o documento é apartidário, mas como você pode ver AQUI, a hashtag #EleNão está presente no texto. O termo vem sendo utilizado por militantes do PT para atacar o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

De acordo com informações do Correio Braziliense:

Tiago, professor de psicologia da UFCG, diz não entender o porquê da apreensão do material. “Estamos em momento tenso na política, fomos alvos de algum tipo de denúncia na Justiça eleitoral ou na federal, mas ainda não sabemos a razão”, afirma. Os associados aguardam a presença do advogado da entidade para entrar em contato com a PF e entender o caso.

Os integrantes da associação dizem “não ter ideia” de quem possa ter feito a denúncia. “Pode ter sido qualquer pessoa e suspeitar de alguém é arbitrário devido ao momento político que vivemos”, observa Tiago. De acordo com o professor, cerca de 600 professores são filiados à associação que não é sindical e tem filiação voluntária. Na assembleia em que o manifesto foi elaborado, nem todos estavam presentes, mas houve quórum suficiente para a construção do documento.

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